Às vezes, não há palavras.
Só há o silêncio. A tempestade, o urro do vento, ondas quilomêtricas dentro do silêncio que está dentro da gente.
Hoje, não há palavras.
Mas, como disse Clarice Lispector, “capta o silêncio, não o o que digo”. Talvez você também esteja gritando e só você pode ouvir, essa é uma solidão quasse insuportável.
Ou insuportável.
Desejo que o silêncio seja doce, não cruel, para nós. Desejo que o silêncio seja paz, brisa, e não gelo, ventania. Então cairão algumaas folhas, as mortas, e nasccerão novas, e renascerão as que estão nascendo agora na dor do silêncio.
Não compreender, não ser compreendida. Acolher, não ser acolhida. Esse é o silêncio.
T.H
Elenir Alves é formada em Publicidade e Marketing. Editora-chefe da Revista Projeto AutoEstima e Assessora de Imprensa da Revista Conexão Literatura. Foi coeditora, juntamente de Ademir Pascale, do extinto fanzine TerrorZine – Minicontos de Terror. Foi coautora de diversos livros, entre eles “Draculea – o Livro Secreto dos Vampiros”, “Metamorfose – A Fúria dos Lobisomens” e “Zumbis – Quem disse que eles estão mortos?”, nas horas vagas adora escrever poemas e frases inspiradoras.
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